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	<title>Bistrô Pregui</title>
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		<title>Manju au chocolat</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 05:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nathy2</dc:creator>
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		<category><![CDATA[receitas]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[manju]]></category>
		<category><![CDATA[receita]]></category>

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		<description><![CDATA[Posso dizer que faz parte do DNA da minha família chegar na casa de parentes com algum pacotinho. Não é raro presentear ou ser presenteado com docinhos, pães, biscoitos e outras delícias, e que muitas vezes são feitas à mão. Tias, avós, primas e irmãs levando seus melhores quitutes para que outra aprecie e para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.ny2.com.br/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/753.jpg&amp;w=300&amp;h=200&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p>Posso dizer que faz parte do DNA da minha família chegar na casa de parentes com algum pacotinho. Não é raro presentear ou ser presenteado com docinhos, pães, biscoitos e outras delícias, e que muitas vezes são feitas à mão. Tias, avós, primas e irmãs levando seus melhores quitutes para que outra aprecie e para não dizer que isso fica restrito apenas às mulheres da casa, meu padrinho também é um especialista em churrasco, conservas e faz uma feijoada maravilhosa.</p>
<p>Nesta tarde, estávamos em mais de dez netos, três bisnetos, minha avó e três de seus sete filhos &#8211; quatro gerações que juntos não dava nem 1/3 da família inteira.<br />
Tínhamos tortas, frutas e outras sobremesas fantásticas para acompanhar a comemoração dos 35 anos da minha prima mais velha. Mas o prato que mais chamou atenção foi essa <strong>releitura de manju recheado com chocolate</strong> &#8211; um bolinho japonês que existe há mais de 700 anos e que tradicionalmente é <strong>recheado com anko</strong> (pasta doce de feijão azuki).</p>
<p>Como acredito que não foi só em casa que sobrou uma boa quantidade e variedade de chocolates depois da Páscoa, achei que a mais nova receita da família seria uma dica boa para quem não aguenta mais tantos ovos e bombons &#8211; para aliviar a consciência, <strong>eles são cozidos no vapor</strong>.</p>
<p><img class="alignnone" title="bp" src="http://www.bistropregui.com.br/images/b_div.gif" alt="" width="450" height="14" /></p>
<h3><img class="alignnone" title="bp" src="http://www.bistropregui.com.br/images/bp.gif" alt="" width="14" height="14" /> Manju au chocolat</h3>
<p><em> Ingredientes (1 receita rende aprox. 70 bolinhos)</em><br />
- 1 copo de água<br />
- suco de 1/2 limão<br />
- 2 copos de açúcar<br />
- 3 colheres de sopa de fermento<br />
- 5 copos de farinha<em><br />
Para o recheio</em><br />
- 280g de chocolate da sua preferência (amargo, ao leite, branco&#8230;) &#8211; pedaços de 4g para cada bolinho</p>
<p><strong><em>Modo de fazer</em></strong><em><br />
Massa:</em><br />
- Para a massa é fáci: misture todos ingredientes em uma bacia.<br />
- Misture bem até ficar uma massa homogênea e faça pequenas bolinhas de + ou &#8211; 4 cm de diâmetro.<br />
- A dica nesse momento é terminar todas elas antes de começar a recheá-las.<br />
- Recheie cada uma das bolinhas com um pedaço de chocolate e feche o bolinho não deixando nenhuma parte do chocolate aparente.<br />
<em>Dica:</em> Se você for usar chocolate ao leite e não tiver balança, pode dividir chocolate Baton em 4 partes.</p>
<p><em>Cozinhando os bolinhos:</em><br />
- Ponha a panela para ferver e coloque as bolinhas no cesto perfurado.<br />
- Deixe-as lá por aproximadamente 15 min. depois que a água começar a ferver<br />
- NÃO empilhe as bolinhas &#8211; dependendo do tamanho da sua panela será preciso cozinhar por partes.<br />
<em>Dica:</em> Para não grudar na grade da panela de vapor, recomendo o uso de um pano de toalha recortado no tamanho do cesto perfurado que vai dentro da panela. E lembra daquele 1/2 limão que sobrou da massa? Então, pode colocá-lo dentro da água para ferver &#8211; isso evita que a panela escureça.</p>
<p><img class="alignnone" title="bp" src="http://www.bistropregui.com.br/images/b_div.gif" alt="" width="450" height="14" /></p>
<p><a href="http://www.piyonya.com/fs/pinky/c/14"><img title="Rabbit Manju" src="http://www.bistropregui.com.br/wp-content/uploads/2010/04/coelho_3.jpg" alt="" width="450" /></a><br />
E para a <strong>celebração do ano que vem</strong>, olha só a dica do blog <strong>The Food Librarian</strong>: <a href="http://foodlibrarian.blogspot.com/2009/07/rabbit-manju-from-piyonya-in-kyoto.html" target="_blank"><strong>manjus em forma de coelho</strong></a> da loja japonesa <a href="http://www.piyonya.com/" target="_blank"><strong>Piyonya</strong></a> que fica em Kyoto. É uma pena o site ser todo e apenas em japonês, mas dá pra ter uma noção dos doces lindos que eles fazem só pelas fotos que foram colocadas lá.</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.flickr.com/photos/foodlibrarian/sets/72157621802542894/" target="_blank">Mais fotos da The Food Librarian dos manjus em forma de coelho</a></strong></li>
</ul>
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		<title>Fazendo as pazes com o yuzu</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 04:25:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[novidade]]></category>
		<category><![CDATA[issa]]></category>
		<category><![CDATA[limão yuzu]]></category>
		<category><![CDATA[shochu]]></category>
		<category><![CDATA[yuzushu]]></category>

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		<description><![CDATA[Dos meus sabores favoritos, o de limão é uma unanimidade. E ter descoberto que existem outras variedades da fruta abriu as portas de um novo mundo. Confesso que nem sempre isso rende boas experiências: nas minhas andanças pela cidade, comprei um vidrinho de Yuzu Kosho &#8211; um tempero japonês pastoso, feito com cascas de limão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.ny2.com.br/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/717.jpg&amp;w=300&amp;h=200&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/ny2/4430652966/"><img class="size-full wp-image-508 alignnone" title="yuzu" src="http://farm3.static.flickr.com/2776/4430652966_72c7e20490_o.jpg" alt="" width="450" /></a></p>
<p>Dos meus sabores favoritos, o de limão é uma unanimidade. E ter descoberto que existem outras variedades da fruta abriu as portas de um novo mundo.  Confesso que nem sempre isso rende boas experiências: nas minhas andanças pela cidade, comprei um vidrinho de Yuzu Kosho &#8211; um tempero japonês pastoso, feito com cascas de limão yuzu, pimenta chili verde e sal. Usei para preparar um frango e o resultado final não foi nada fantástico e tampouco saboroso. O resultado lembrava suco de grapefruit quente apimentado&#8230; no meu frango!</p>
<p>Fiquei tão frustrada que estava até pensei em parar de procurar os limões.  Mas numa ida ao <strong><a href="http://www.bistropregui.com.br/izakaya-issa/" target="_blank">Izakaya Issa</a></strong>, tive a oportunidade e provar <strong>Yuzushu</strong> &#8211; licor de limão yuzu. E se você lembrou do <a href="http://www.bistropregui.com.br/umeshu-parte-ii/" target="_blank">umeshu</a> não é mera coincidência.</p>
<p>Como já comentei por aqui, são feitas diversas bebidas misturando frutas + shochu + uma dose de tempo. Existe até um <a href="http://www.flickr.com/photos/bluelotus/2567264116/" target="_blank">calendário que indica quais as épocas das frutas</a> para o início do preparo dos licores.</p>
<p>Provei uma dose de um limoncelo há umas semanas (por favor, alguém me diz que existe um menos artificial!) e recomendo para quem está a procura de uma bebida doce, suave e com todo sabor e aroma de limão, deve dar uma chance ao licor japonês &#8211; que gelado é ainda mais perfeito para ser tomado em pequenas doses.</p>
<p>Fontes fidedignas me informaram que se tudo der certo, a previsão é que eu encontre limões yuzu in natura em maio&#8230; em todo caso, vou manter os dedos cruzados até lá.  Se você tem curiosidade para saber mais sobre shochu e sake, recomendo uma ida à <strong><a href="http://www.adegadesake.com/" target="_blank">Adega do Sake</a></strong> que fica na Liberdade em São Paulo &#8211; a dica boa é que eles oferecem descontos para quem os seguir pelo<a href="https://twitter.com/adegadesake" target="_blank"> twitter</a>.</p>
<p>Para arriscar um<strong> Yuzushu caseiro</strong> tem a <a href="http://kyotofoodie.com/yuzushu-japanese-citrus-yuzu-liqueur/" target="_blank">receita aqui.</a></p>
<p>Ah&#8230; e estou mesmo sumida, mas desistir do Bistrô Pregui não faz parte dos planos. <img src='http://www.ny2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Seis meses depois&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 17:07:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nathy2</dc:creator>
				<category><![CDATA[experimentos]]></category>
		<category><![CDATA[receitas]]></category>
		<category><![CDATA[umeshu]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sei se todo mundo lembra da saga do umeshu &#8211; três blogueiras destemidas resolveram encarar o desafio de fazer em casa o licor de ameixa japonês que leva &#8220;apenas&#8221; um ano para ficar pronto. Já posso adiantar que o meu umeshu não está nem um pouco bonito, as ameixas estão pequenas, enrrugadinhas e com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/ny2/4083827395/in/set-72157606568486787/"><img class="size-full wp-image-508 alignnone" title="umeshu" src="http://farm3.static.flickr.com/2744/4083827395_0c26473e7a_o.jpg" alt="" width="450" /></a></p>
<p>Não sei se todo mundo lembra da saga do <a href="../umeshu-parte-ii/"><strong>umeshu</strong></a> &#8211; três blogueiras destemidas resolveram encarar o desafio de fazer em casa o licor de ameixa japonês que leva <strong>&#8220;apenas&#8221;</strong> <strong>um ano para ficar pronto.</strong></p>
<p>Já posso adiantar que o meu umeshu não está nem um pouco bonito, as ameixas  estão pequenas, enrrugadinhas e com cara de pouco apetitosas. A <a href="http://www.superziper.com.br" target="_blank"><strong>Andrea</strong></a> disse que o dela também não estava muito atraente e ficamos achando que deve ser assim &#8211; e imagino que os industrializados devam receber ameixas gordas, verdinhas e suculentas  ao serem envasados.</p>
<p>Incentivada pela <a href="http://kanten.com.br/" target="_blank"><strong>Dri</strong></a>, que abriu o pote dela há alguns dias, resolvi fazer a prova do meu, que também completou seis meses. Neste final de semana pude finalmente ter as primeiras impressões do nosso experimento:</p>
<p>- O aroma está bem suave e fresco, uma delícia &#8211; parece que foi feito com as flores e não com os frutos.<br />
- A cor está bem clarinha (será que eu devia ter feito um caramelo antes?)<br />
- O sabor de ameixa é suave, ele não está denso como os licores que tomei por aí, e não está tão doce quanto eu esperava.<br />
- E ainda está bastante azedo e um tanto ácido, pontos decisivos para o veredicto: ainda não é a hora.</p>
<p>É isso gente. Agora, só setembro dirá se a receita de umeshu deu certo.</p>
<p>UPDATE: trocando umas mensagens pelo twitter com o <a href="http://twitter.com/adegadesake" target="_blank">Alexandre Iida</a>, consultor de sakes e dono da <a href="http://www.adegadesake.com/" target="_blank">Adega do Sake</a>, fiquei sabendo que é preciso deixar 1 ano mesmo para chegar no ponto de equilíbrio entre a acidez do umê e o açúcar.</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.bistropregui.com.br/umeshu-parte-i/">Umeshu &#8211; parte I</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://www.bistropregui.com.br/umeshu-parte-ii/">Umeshu &#8211; parte II</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://blue_moon.typepad.com/blue_lotus/2008/06/making-umeshu.html" target="_blank">Receita de Umeshu que usei</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://marisaono.com/delicia/?p=115" target="_blank">Receita de Umeshu do blog Delícia</a></strong></li>
</ul>
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		<title>Calpis</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 23:03:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[leite fermentado]]></category>

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		<description><![CDATA[Calpis era uma dessas bebidas que eu não tinha coragem de experimentar, nem quando estive no Japão. Com a aparência de água clorada, e sem conseguir ler uma mísera palavra além da marca, foi muito fácil fantasiar que se tratava de algo terrível disfarçado numa embalagem fofa. Mas em alguma tarde do ano passado, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/ny2/4419361626/"><img class="size-full wp-image-508 alignnone" title="calpis" src="http://farm5.static.flickr.com/4034/4419361626_320d9199af_o.jpg" alt="calpis" width="450" /></a></p>
<p><strong>Calpis</strong> era uma dessas bebidas que eu não tinha coragem de experimentar, nem quando estive no Japão. Com a aparência de água clorada, e sem conseguir ler uma mísera palavra além da marca, foi muito fácil fantasiar que se tratava de algo terrível disfarçado numa embalagem fofa.</p>
<p>Mas em alguma tarde do ano passado, a <a href="http://www.mixirica.com.br" target="blank">Tatu Damberg </a>comentou que era gostoso. Ah, era o empurrãozinho que a minha curiosidade precisava.</p>
<p>Aqui em São Paulo encontramos nas versões <strong>Calpis Water </strong>(que já vem diluído e pronto para beber), <strong>Calpis Soda</strong> (versão com gás) e em diversos sabores como pêssego, lichia, aloe vera, uva verde e morango. O meu favorito e o básico, sem sabores ou gás. Lá do outro lado do mundo existem outros produtos como <strong>manteiga Calpis</strong> e <strong>versões álcoolicas</strong>.</p>
<p>A novidade é que <strong>foi lançada uma versão em latinha</strong> (R$2,50) com informações em português, importada e distribuída pela Ajinomoto e que apareceu em alguns supermercados. O sabor me pareceu mais fraco, um pouco mais aguado do que a versão que vem &#8220;direto&#8221; do Japão.</p>
<p>Calpis foi lançado em 1917 no Japão e quando chegou aos Estados Unidos, em 1991, deu origem à fofoca de que foi preciso fazer um pequeno ajuste no nome da marca. Calpis em inglês soava como&#8230; bom, fale alto umas duas vezes e você vai entender: cow piss. Daí a marca foi lançada como <a href="http://www.calpico.com/" target="_blank"><strong>Calpico</strong></a>&#8230;</p>
<p>Mas não tenha medo, para quem ama Yakult eu diria que Calpis <strong>é quase</strong> o sonho realizado de ter em mãos mais de 80g de leite fermentado, doce e levemente cítrico. <strong>Quase</strong> porque eles <strong>são semelhantes</strong> e <strong>não idênticos</strong>. Acho mais leve, menos doce e vem em embalagens de 500ml &#8211; e com a vantagem de não precisar de refrigeração, o que ajudou a popularizar a bebida no Japão.</p>
<p>Espero que seja lançado um site tão completo quanto o japonês &#8211; que tem todas as embalagens lançadas, a história e <a href="http://www.calpis.co.jp/cafe/index.html" target="_blank"><strong>muitas receitas</strong></a> &#8211; inclusive de <a href="http://www.calpis.co.jp/cafe/cooking/" target="_blank"><strong>pratos</strong></a>. O site em inglês também tem sugestões de <a href="http://www.calpico.com/recipes/index.html" target="_blank"><strong>drinks e sobremesas</strong></a> &#8211; ai, leite fermentado com álcool&#8230; Será?</p>
<ul>
<strong>
<li> <a href="http://www.calpis.co.jp/" target="_blank">Site Oficial (em Japonês</a>)</li>
<li><a href="http://www.calpico.com" target="_blank">Site Calpico</a></li>
<p></strong>
</ul>
<p>P.S.: à propósito: eu continuo sem o meu moedor.</p>
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		<title>Mistério&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 21:11:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nathy2</dc:creator>
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		<category><![CDATA[acessório]]></category>
		<category><![CDATA[moedor]]></category>
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		<description><![CDATA[Toda vez que ia pro fogão, sentia que algo estava faltando&#8230; Mas bailando de lá pra cá, entre o fogão e a pia, acabava esquecendo. Na semana passada, entendi o que se passa: meu moedor de sal grosso sumiu. A parte mais sinistra é que sou a única pessoa que usa e frequenta a cozinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Toda vez que ia pro fogão, sentia que algo estava faltando&#8230; Mas bailando de lá pra cá, entre o fogão e a pia, acabava esquecendo.<br />
Na semana passada, entendi o que se passa: meu moedor de sal grosso sumiu.<br />
A parte mais sinistra é que sou a única pessoa que usa e frequenta a cozinha aqui de casa&#8230;</p>
<p>Tentei comprar um novo hoje na Liberdade, na loja para qual eu sempre recorro nessas horas e ela também se foi&#8230;</p>
<p>Humpft.</p>
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		<title>Japan Foods 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 04:46:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nathy2</dc:creator>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[ingredientes]]></category>
		<category><![CDATA[japonês]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[ingrediente]]></category>
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		<description><![CDATA[Até o dia 10 de março acontece a Japan Foods 2010 , a loja-evento cujo objetivo é divulgar 32 produtos japoneses ainda não comercializados no Brasil e pesquisar a receptividade e opinião do público. O espaço, montado dentro do Pão de Açúcar do shopping Iguatemi, ficou muito bonito. Delicada, a decoração combina tanto com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/ny2/4418555845/"><img class="size-full wp-image-508 alignnone" title="Japan_foods" src="http://farm3.static.flickr.com/2762/4418555845_aebb92fb4a_o.jpg" alt="Japan_foods" width="450" /></a></p>
<p>Até o dia 10 de março acontece a <strong><a href="http://www.japanfoods2010.com.br" target="_blank">Japan Foods 2010</a></strong> , a loja-evento cujo objetivo é divulgar <strong><a href="http://www.japanfoods2010.com.br/site/produtos-importados" target="_blank">32 produtos japoneses</a></strong> ainda não comercializados no Brasil e pesquisar a receptividade e opinião do público.</p>
<p>O espaço, montado dentro do<strong> Pão de Açúcar do shopping Iguatemi</strong>, ficou muito bonito. Delicada, a decoração combina tanto com o ambiente que aproveitaram até para decorar o balcão de sushi que fica dentro do mercado. Presente em tudo está a sakura &#8211; a flor nacional do Japão, que dentre os muitos significados simboliza a efemeridade e é a insígna dos samurais. A sakura também é um dos destaques na gôndola por ser ingrediente principal da <em>Sakura Jam</em> &#8211; geléia com as pétalas da flor em conserva.</p>
<p>A abordagem ao público é bastante sutil e a equipe está muito bem treinada sobre a origem, uso, composição e curiosidades. Depois de provar uma pequena porção (a minha era pequena de verdade), o visitante é convidado a responder uma pesquisa breve. <em><strong>Nota: a degustação aconteceu apenas algumas vezes ao dia, em horários planejados e apenas um produto de cada vez.</strong></em></p>
<p>Mas tenho dúvidas de que seleção feita pela <strong><a href="http://www.jetro.go.jp/brazil/" target="_blank">Jetro</a></strong> (Japan External Trade Organization) foi tão inédita. Ainda que cada um dos itens apresente características únicas, o umeshu é velho conhecido e o shochu com yuzu, acaba de ser lançado, há missô, kanten, biscoito senbei, molho de gergelim, yokan&#8230; Achei ótimo provar o sorvete que servem no trem bala, mas já não é novidade por aqui.</p>
<p>E levar tanto exotismo para casa não é barato, 120g de sorvete por R$17,00 ou o pote com 4g de chá verde orgânico por quase R$ 50,00. Parece ir na direção contrária de quem valoriza a simplicidade, os produtos locais e comidas reconfortantes não apenas ao paladar mas também pro bolso.</p>
<p>Se for só pela degustação, talvez não se justifique encarar as altas temperaturas para ir ao evento. Mas se você estiver lá pra comprar a sua bolsa Louis Vuitton, aproveite e dê uma passadinha porque está tudo bonito e bem montado. <img src='http://www.ny2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<ul>
<li><a href="http://www.japanfoods2010.com.br/" target="_blank">Site Oficial Japan Foods 2010 &#8211; informações sobre os produtos e receitas</a></li>
<li><a href="http://madeinjapan.uol.com.br/2010/02/22/abertura-da-loja-evento-japan-foods/" target="_blank">Fotos da abertura da Japan Foods no restaurante Kinoshita</a></li>
<li><a href="http://www.asiacomentada.com.br/2010/02/japan-foods-2010-so-paulo/" target="_blank">Ásia comentada</a></li>
</ul>
<p><strong>Japan Foods 2010</strong><br />
Até o dia 10/03<br />
Pão de Açúcar &#8211; Shopping Iguatemi<br />
Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.232</p>
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		<item>
		<title>De link em link&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 14:52:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nathy2</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um belo dia vi o Gustavo Rigueiral falando de licuri, um coquinho que vem do nordeste e cujo os frutos às vezes trazem larvas gordas e suculentas na sua polpa que deviam ser ótimas e que essas idéias absurdas tinham vindo de um post da Neide Rigo. Curiosa e com vontade de ver o tal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/ny2/4369583750/"><img class="size-full wp-image-508 alignnone" title="alho_negro" src="http://farm3.static.flickr.com/2697/4369583750_9d3077afc6_o.jpg" alt="alho_negro" width="450" /></a></p>
<p>Um belo dia vi o <a href="http://chefaporter.wordpress.com/" target="_blank"><strong>Gustavo Rigueiral</strong></a> falando de licuri, um coquinho que vem do nordeste e cujo os frutos às vezes trazem larvas gordas e suculentas na sua polpa que deviam ser ótimas e que essas idéias absurdas tinham vindo <strong><a href="http://come-se.blogspot.com/2009/03/gongo-tapuru-coro-moroto-fofo-boro.html">de um post da Neide Rigo</a></strong>. Curiosa e com vontade de ver o tal bicho, fui direto no site para procurar quando me deparei com uma foto de um alho meio murchinho e preto.</p>
<p>Imaginei que era alguma receita de alho com shoyu mas lendo o post vi que não era nada disso. Naquele dia contava sobre como tinha ganhado 3 lindos <strong>alhos negros</strong>. E não era só isso, tinha também descrições saborosíssimas que me deixaram aguada e muito mais disposta a procurar &#8211; afinal eu amo alho, ele não era de outro estado e não se mexia&#8230; e tinha todas as infos lá de como entrar com a criadora &#8211; a <strong>Marisa Ono</strong> do ótimo blog <strong><a href="http://marisaono.com/delicia/" target="_blank">Delícia</a></strong> (que considero um dos melhores blogs de receitas japonesas).</p>
<p>Na mesma semana, conversando com a <a href="http://www.superziper.com/" target="_blank"><strong>Andrea Oinishi</strong></a> e a <strong><a href="http://kanten.com.br/blog/?p=746" target="_blank">Adriana Simizo</a></strong> surgiu a idéia de fazer um pedido coletivo para vermos qual era a dessa novidade. E voilá, o resultado tá na foto acima.</p>
<p>Fiz o pedido por email e em três dias chegou uma caixa que mesmo tendo um saco vedado dentro, deixava no ar uma leve evidência que os alhos tinham chegado. Feita a divisão, fui provar para ver o que tinha de especial no tal ingrediente da vez, que conquistou chefes de São Paulo e começa a pipocar nos cardápios da cidade.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/ny2/4368836263/"><img class="alignright" src="http://farm3.static.flickr.com/2792/4368836263_21b4741d77_o.jpg" alt="" width="250" /></a> O sabor confirma a informação dos jornais e no próprio post da Neide &#8211; o alho é adocicado, denso, e me lembrou muito uma fruta passa mas sem o açúcar.<br />
E tem algo bastante oriental nele &#8211; que não é doce, nem salgada e parece que fez parte de alguma conserva&#8230; toques sutis que me lembraram vinagre, shoyu ou missô adocicado.</p>
<p>Uma coisa importante para ressaltar é que <strong>não é uma nova espécie</strong>, é o mesmo alho que vende no mercado mas que é tratado por umas duas semanas em uma estufa pela Marisa Ono.</p>
<p>Depois de provar puro, mandei azeite e depois fiz fritinho com frango, com massa, com legumes, no pão&#8230; Sei que fica muito bom quando misturado com alho comum e o sabor fica mais pronunciado quando adicionado ao final do cozimento &#8211; e não logo no primeiro refogado. E que o melhor de tudo: não deixa rastros &#8211; <strong>o sabor não fica impregnado na boca</strong>, nada de ficar lembrando do alho depois.</p>
<p>Mas não pensem que esqueci da larva do licuri&#8230; ainda coloco o bichinho aqui fritinho com sal para vocês verem.</p>
<p><strong>Infos adicionais </strong></p>
<p>Preço: O quilo saiu a R$ 100,00 (até 01/10 quando fiz a compra)<br />
Encomenda mínima: 100 gramas (equivalente a 3 cabeças de alho).<br />
Envio por Sedex até São Paulo: para encomendas até 300 gramas é de R$ 11,90. Para até 1 kg, R$ 12,80.<br />
Contato da Marisa: marisaono@gmail.com.</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://marisaono.com/alho_negro/" target="_blank">Blog do sobre alho negro e receitas da sua criadora &#8211; Marisa Ono</a></strong></li>
<li> <strong><a href="http://come-se.blogspot.com/2009/12/alho-negro-ganhei.html" target="_blank">Post da Neide Rigo</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://receitas.uol.com.br/ultimas-noticias/2010/01/28/28alho-negro-o-ingrediente-da-moda.jhtm" target="_blank">Alho Negro o ingrediente da vez &#8211; UOL </a></strong></li>
</ul>
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		<title>Izakaya Issa</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 03:02:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na semana passada encontrei uma ótima definição de Izakaya no site Adega do Sake, a palavra pode ser entendida simplesmente como &#8220;bar&#8221; mas diz muito mais sobre o tipo de comida que será servida &#8211; uma ótima oportunidade para quem quer descobrir opções além do peixe cru. Não canso de recomendar o Bueno com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/ny2/4366804966/"><img class="size-full wp-image-508 alignnone" title="izakaya_issa" src="http://farm5.static.flickr.com/4001/4366804966_cea7a27858_o.jpg" alt="Izakaya Issa" width="450" /></a></p>
<p>Na semana passada encontrei uma ótima definição de <strong>Izakaya</strong> no site <a href="http://www.adegadesake.com/EE%20Izakaya.htm" target="_blank"><strong>Adega do Sake</strong></a>, a palavra pode ser entendida simplesmente como &#8220;bar&#8221; mas diz muito mais sobre o tipo de comida que será servida &#8211; uma ótima oportunidade para quem quer descobrir opções além do peixe cru. Não canso de recomendar o <strong>Bueno</strong> com a ótima barriga de porco (<em>buta kaku-ni</em>) feita pelo Kuroda-san e as ostras empanadas (<em>kaki-furai</em>) do <strong>Jinroku</strong>.</p>
<p>A cada ida à <strong>Liberdade</strong> descubro que é nas pequenas portas que se escondem os melhores iguarias do bairro e essa noite tive a oportunidade de conhecer o <strong>Izakaya Issa</strong>.</p>
<p>Diferente de todos os izakayas que já visitei o Issa tem um ambiente feminino: luminárias decoradas com flores e outros pequenos detalhes delicados sutilmente sugerem que atrás do longo balcão existem apenas mulheres &#8211; o lugar dos homens é na cozinha. Desde dezembro do ano passado está sob nova direção aos cuidados de <strong>Margarida Haraguchi</strong>.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/ny2/4366062865/"><img class="size-full wp-image-508 alignnone" title="izakaya_issa" src="http://farm3.static.flickr.com/2681/4366062865_95853493c4.jpg" alt="Izakaya Issa" width="450" /></a></p>
<p>Simpática e muito animada, ela vai oferecendo pequenas porções de conservas, petiscos fritos e quentes, com tempero caseiro, sem economia nos molhos e pitadas de katsuo. Quando perguntei se podia tirar fotos para o blog ela respondeu rindo da cozinha &#8220;100 paus, posso colocar na conta agora?&#8221; e ficou muito animada de saber que as fotos iriam para um blog.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/ny2/4366813466/"><img class="size-full wp-image-508 alignnone" title="izakaya_issa" src="http://farm3.static.flickr.com/2734/4366813466_796798cb00_o.jpg" alt="Izakaya Issa" width="450" /></a></p>
<p>Se houver alguma dúvida sobre qual lugar ocupar, vá para o balcão. É lá que coisas acontecem e você ainda pode assistir porções de <strong>takoyaki</strong> sendo feitas cuidadosamente. Dessa vez a responsável pelos bolinhos foi a Harumi-tchan que foi tranquilamente explicando o prato e sugerindo outras especialidades da casa. A porção com 12 unidades custou R$25.<br />
E esse foi de fato a melhor coisa: saber que a partir de hoje não preciso esperar pela feirinha de domingo chegar para ter meus bolinhos de polvo.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/ny2/4366816208"><img class="size-full wp-image-508 alignnone" title="izakaya_issa" src="http://farm5.static.flickr.com/4045/4366816208_1f1695466a_o.jpg" alt="Izakaya Issa" width="450" /></a></p>
<p>Entre os othoshis &#8211; quatro porções de entradas frias que mudam de acordo com a oferta e época dos ingredientes, estava uma ótima beringela assada (<em>yakinasu</em>) e um broto de bambu (<em>takenoko</em>) macio e muito bem temperado.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/ny2/4366806356/"><img class="size-full wp-image-508 alignnone" title="izakaya_issa" src="http://farm5.static.flickr.com/4047/4366806356_94138b51e8_o.jpg" alt="Izakaya Issa" width="450" /></a></p>
<p>O <strong>okonomiyake</strong> é feito com o mesmo cuidado, mas em vez do polvo, vem com lula, carne de porco, camarões e repolho picado. A porção serve tranquilamente quatro pessoas (R$25).</p>
<p>E foi nesse clima amistoso e muito simpático, que com muito pesar admiti que estava satisfeita e não conseguiria provar mais pratos.<br />
Melhor assim, adoro ter uma desculpa para voltar mais vezes &#8211; ainda falta o menu degustação e a massa fritinha com legumes.</p>
<p>Seguindo a tradição eles não aceitam cartões &#8211; leve dinheiro ou cheque.<br />
É servido cerveja, whisky, shochu, saquês e a D. Margarida me prometeu umeshu para a próxima visita. <img src='http://www.ny2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Update: ISSA, significa &#8220;Um Chá&#8221;, para os  viajantes durantes as suas longa caminhadas na era Edo.</p>
<p><em><br />
Vai lá</em><br />
<strong><img class="alignnone" title="bp" src="http://www.bistropregui.com.br/images/bp10.gif" alt="" width="10" /> Izakaya Issa<br />
</strong>Rua Barão de Iguape, 89<br />
Liberdade | São Paulo<br />
De dom. a dom. das 18h às 23h30<br />
Twitter: @izakaya_issa</p>
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		<title>Aussie Hiyashi Somen</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 22:03:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nathy2</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se o Bistrô Pregui fosse um lugar real, tenho certeza que essa semana (ou o mês todo?) teríamos diversos pratos refrescantes e bem leves para encarar com mais disposição essas temperaturas absurdas e as chuvas sem fim (elas finalmente deram uma trégua aqui em São Paulo). E hoje, seria dia de Hiyashi Somen. O prato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/ny2/4366086827/"><img class="size-full wp-image-508 alignnone" title="hiyashi_somen" src="http://farm5.static.flickr.com/4068/4366086827_5a0f3fa89b_o.jpg" alt="hiyashi_somen" width="450" /></a></p>
<p>Se o Bistrô Pregui fosse um lugar real, tenho certeza que essa semana (ou o mês todo?) teríamos diversos pratos refrescantes e bem leves para encarar com mais disposição essas temperaturas absurdas e <del datetime="2010-02-10T15:03:03+00:00">as chuvas sem fim</del> (elas finalmente deram uma trégua aqui em São Paulo). E hoje, seria dia de Hiyashi Somen.</p>
<p>O prato é simples: macarrão somen escaldado por 1 minuto com um molho suave a base de shoyu e caldo de peixe, com legumes, alguma carne e&#8230; gelado! E para deixar ainda mais refrescante, costumo usar gengibre fresco ralado para o molho e gengibre em conserva misturado no macarrão.</p>
<p>Para fazer o Hiyashi Somen, comece pelo caldo e enquanto ele ferve e esfria, dá tempo de picar os ingredientes. E assim&#8230; obviamente existe várias versões na internet com cogumelos, legumes, peixe&#8230; mas o importante é deixá-los pequenos ou picadinhos para facilitar na hora de comer com o hashi e para misturar bem na massa.</p>
<p><strong><em>Macarrão:</em></strong><br />
(Calcule de 100 a 150g de somen por pessoa).<br />
- Ferva 1 litro de água, e adicione o macarrão por 1min e escorra.<br />
Jogue água fria filtrada e reserve a massa em um pote com pedras de gelo.</p>
<p><strong><em>Molho</em></strong><br />
- 1/2 xícara de água<br />
- 1/2 água<br />
- 1/4 de saquê (pode usar 1/2 xícara de não tiver mirin)<br />
- 1/4 de mirin<br />
- 1 colher rasa de sopa de hondashi<br />
- 1 colher rasa de açúcar<br />
- gengibre ralado</p>
<p><strong><em>Modo de fazer</em></strong><br />
Coloque todos os ingredientes em uma panela funda e deixe no fogo médio até ferver.<br />
Desligue, deixe esfriar e deixe na geladeira até ficar gelado &#8211; se sobrar, pode guardar que o molho dura um tempão.</p>
<p>- ervilhas frescas<br />
- omelete cortada em tirinha<br />
- gengibre em conserva<br />
- Lascas de peixe bonito &#8211; katcho<br />
- frango picadinho</p>
<p>Ah, aussie&#8230; tinha uma porção de chicken wings de um restaurante famoso aí que estavam muito boas geladas. E nada de peixe ou algo mais japs para combinar com o meu hiyashi&#8230; aí veio a aquela coceira mental &#8220;será&#8230;?&#8221; e não é que o esquema fusion funcionou? E o apimentadinho casou bem. Por isso, pode deixar o potinho de togarashi por perto para quem curtir sabores mais picantes.</p>
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		<title>Cubinhos de Queijo Coalho com Tapioca</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 23:02:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nathy2</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estou sem receitas queridos, mas como ainda paira no ar os requícios da generosidade e dos bons votos do final de ano, deixo para vocês os famosos (e deliciosos) cubinhos de queijo coalho com tapioca, obra das abençoadas mãos do Rodrigo Oliveira &#8211; chef do restaurante Mocotó. Conheci ambos no mês passado no encontro da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/bistropregui/4239098509"><img class="alignnone" title="Cubinhos de Queijo Coalho com Tapioca" src="http://farm3.static.flickr.com/2694/4239098509_e5734d8f20.jpg" alt="" width="450" /></a></p>
<p>Estou sem receitas queridos, mas como ainda paira no ar os requícios da generosidade e dos bons votos do final de ano, deixo para vocês os famosos (e deliciosos) cubinhos de queijo coalho com tapioca, obra das abençoadas mãos do Rodrigo Oliveira &#8211; chef do restaurante Mocotó. Conheci ambos  no mês passado no encontro da lista Blogs de Comida &#8211; com as companhias mais que agradáveis de blogueiros e seus digníssimos. Tive como companheiros de aventura &#8211; porque pra chegar lá foi preciso GPS e iPhone conectados conferindo cada curva  &#8211; do Vitor Hugo (aka <a href="http://twitter.com/pratofundo" target="_blank">@pratofudo</a>) e a Naomi Covacs (<a href="http://twitter.com/laconics" target="_blank">@laconics</a>).</p>
<p>Comida ótima, companhia agradável e a certeza de que a vida&#8230; ah gente, é muito boa. E fica melhor regada com Francesinha.</p>
<p>Que esse seja um Feliz 2010 para todos nós!</p>
<p>Update: Os cubinhos são servidos com molho de pimenta Blue Dragon, que antes era encontrado facilmente na rede de supermercados Pão de Açúcar e que agora sumiu. Confesso que não fui procurar na Liberdade e simplesmente substituí por geléia de pimenta (existe algumas da Queensberry e da Cia das Pimentas). Mas a coisa boa é que receita original do Rodrigo tinha uma geléia de mixirica a base de Tanjal! Sim, aquele suco de lata que me dá arrepios só de lembrar. Se interessar, <a href="http://come-se.blogspot.com/2010/01/o-que-faltou-rodrigo-do-mocoto-da.html" target="_blank">a receita está aqui</a>.</p>
<ul>
<li><a href="http://trivialounemtanto.blogspot.com/2009/05/bolinho-de-tapioca-e-queijo-coalho.html" target="_blank">Receita do Cubinho pelo Leo &amp; Bia Leitão</a></li>
<li><a href="http://come-se.blogspot.com/2010/01/os-dadinhos-do-mocoto.html" target="_blank">Vídeo com o próprio Rodrigo Oliveira postado pela Neide Rigo</a></li>
</ul>
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